Manifesto
Ontem, assistindo a terceira temporada de uma série de ficção científica percebi algo que parece tão óbvio. As questões são sempre atravessadas pelos conceitos do Bem e do Mal. Os conceitos e suas dúvidas. Nada além do que a vida como ela é. E é aí que eu me envolvo numa dúvida saudável, assim como é a proposta da série. O suspense, que está na suspensão, na elevação da dúvida e não na sua retirada, como se quiséssemos consertar tudo. As coisas estão acontecendo a partir de Visões catastróficas, mas sempre dão soluções amistosas e felizes depois de realizadas as ações propostas pelos enigmas dos Chamados. As Visões. Os personagens, as personas, nós mesmos, começamos a questionar se a origem de tudo está no mal, ou está no bem. O meu resumo, enquanto escrevo essas mais ou menos razoáveis traçadas linhas, é que essas são nossas questões mundanas, regadas sempre a uma dose de Mistério. Tudo fazendo parte daquilo que nos é colocado para resolvermos, ou deixarmos barato. Porém, nunca nos é ...