Abrindo portões

Faz bastante tempo que escrevo sobre a nossa vida ser feita de altos e baixos e sobre o fato de eu ser abençoado.
Isso se deve ao fato de ser agraciado com muitas coisas e acontecimentos bonitos.
As lindezas que nascem e são bênçãos, cheias de sorrisos, ou seriedades, gargalhadas, ou reflexões.
Para todo desencanto é sempre bom darmos um jeito usando a nossa disponibilidade e espírito para cima.
É bom nascer num tempo onde as informações estão totalmente disponíveis e a nós só cabe o bom senso da escolha.
Escolher os melhores conselhos e as melhores ferramentas para errarmos menos.
Ontem um pensador brasileiro me mostrou que em quinze minutos empresários estadunidenses ganharam rios de dinheiro com a fala suavizada do homem laranja, fazendo baixar o preço do petróleo.
Apenas quinze minutos depois, mudou o discurso fazendo o preço disparar novamente.
A tal da informação privilegiada de alguns privilegiados pelo dinheiro fez com que estes ficassem mais e mais ricos no mercado financeiro.
Só que o meu assunto é vida e vida cotidiana simples e orgânica.
Porém, o laranja disse que até esta vida mais simples ia ser dizimada em uma noite por uma ação bélica.
A fortuna do homem quintoplicou desde que voltou ao governo norte americano.
A minha questão é bem mais simples, mesmo que pareça por demais complicada.
O fato de termos nascido já nos faz dispostos a lutar por alguma coisa mais afortunada no sentido coletivo.
A menina estava no banco de trás e me disse que o final do ano é mais produtivo na escola.
Eu perguntei por que ela tinha esta opinião.
Ela me disse que era porque os alunos mais endiabrados deixavam de ir à escola, antes de realmente terminar o ano letivo.
Eu disse:
Mas estes alunos não ficam de recuperação e por isso ficam até o fim do ano?
Ela replicou:
Eu disse endiabrados, não disse que eles têm dificuldade de aprendizagem.
O que eu posso mais escrever?
O que eu posso fazer é aprender.
Eu tenho certeza que a menina sorrisão que anda por Lisboa já está sendo bênção para todos.
Talvez todos precisemos de uma atenção redobrada, podendo andar por aí com a própria afirmação de alegria.
Todos temos dificuldade em algumas coisas.
Algumas coisas têm que ser enfrentadas com força e outras enfrentadas com suavidade.
Só não se dá jeito para a morte, aquela que enfatiza que na natureza nada se perde, tudo se transforma.
Criamos novas vidas e no princípio cabe o nosso cuidado.
Hoje cuidar também é alicerçado pelas novas tecnologias que possibilitam que a gente viva uma vida mais normal.
Esta vida que sempre tem altos e baixos e na qual somos totalmente abençoados.
Nossa normalidade passa pelo nosso poder de relacionar várias informações coletadas no dia a dia e resolver os problemas que nos aparecem.
Isso é normal, é da norma.
Assim a gente vai laceando os sapatos mais justos, que no princípio apertam nossos pés.
Somos muitos Golias.
Que venham os gigantes


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Todos

Rima

Vídeo Game