Oito
8 de janeiro.
Um dia diferente, no sentido de uma mulher bailarina ter trazido ao mundo uma criança.
Trouxe em conjunto, alinhada com o homem filosófico que estuda e trabalha com o estudo dos fenômenos.
A garota já nasce fenomenal.
Tem sido preparada desde o forninho, em diálogos e triálogos constantes.
Anteontem a outra garotinha esperta perguntou à mãe:
Como a criança pensa dentro da barriga da mãe se ela não conhece as palavras?
A resposta possível foi dizer que o uso da palavra é só mais uma linguagem de expressão.
A criança no ventre, Sente.
Ao nascer, o primeiro choque.
Sente também.
Sair do Líquido e enfrentar o gasoso.
Oxigênio nela e em nós, os já acostumados aos baques.
Já mama e veste uma roupinha com fundo preto e estampinhas coloridas.
Dois dias pensando e achei uma outra resposta à pergunta da mocinha.
Maria já vem escutando as palavras há pelo menos seis meses.
Ouvindo o pai, a mãe, os amigos da família Lisboeta.
Ouvindo, internalizando, imaginando com sua visão de raios X, as pessoas Interagindo depois da pele e dos músculos da barriga materna.
Tudo isso com os órgãos e membros se formando a partir das células múltiplas.
Hoje a vida já encontrou respaldo nas coisas desse mundo.
Cama, lençol, travesseiro, luminárias, fraldas, conforto e segurança.
Eu já toquei a primeira canção para ela dedilhando no violão, numa chamada de vídeo.
Peguei emprestada a letra e comecei:
Maria, Maria é um dom, uma certa magia.
Uma outra melodia para depois encaixar um tanto de letra.
Dó maior sem dó nenhuma, já que é só agradecer e agradecer.
Maria é linda, como a mãe e o pai.
Aquele tipo de lindeza que transcende o corpóreo e é iluminado pelo iniciar de Tudo.
Lá atrás, antes de tudo e capaz de encontrar o futuro que transparece no agora.
Hoje é dia de Maria, além das horas de todo dia.
Muitas pessoas ficam preocupadíssimas pensando e pensando em como colocar uma criança neste mundão.
Ela veio, Alice e Aurora estão e nós vamos enfrentando os medos, remando mar a dentro, dando a cara não necessariamente a bater, mas metendo as caras para que o mundo conheça a força que temos e elas têm.
A intenção é colocar o mundo à prova e não o contrário.
A Natureza é sábia e sem mim ela faz o que tem que fazer.
Ela saca de voleio e eu tento rebater de bate pronto.
Oito Infinito
Um Viva à menina.
Outro Viva às meninas.
É delas o lugar de fala
Um dia diferente, no sentido de uma mulher bailarina ter trazido ao mundo uma criança.
Trouxe em conjunto, alinhada com o homem filosófico que estuda e trabalha com o estudo dos fenômenos.
A garota já nasce fenomenal.
Tem sido preparada desde o forninho, em diálogos e triálogos constantes.
Anteontem a outra garotinha esperta perguntou à mãe:
Como a criança pensa dentro da barriga da mãe se ela não conhece as palavras?
A resposta possível foi dizer que o uso da palavra é só mais uma linguagem de expressão.
A criança no ventre, Sente.
Ao nascer, o primeiro choque.
Sente também.
Sair do Líquido e enfrentar o gasoso.
Oxigênio nela e em nós, os já acostumados aos baques.
Já mama e veste uma roupinha com fundo preto e estampinhas coloridas.
Dois dias pensando e achei uma outra resposta à pergunta da mocinha.
Maria já vem escutando as palavras há pelo menos seis meses.
Ouvindo o pai, a mãe, os amigos da família Lisboeta.
Ouvindo, internalizando, imaginando com sua visão de raios X, as pessoas Interagindo depois da pele e dos músculos da barriga materna.
Tudo isso com os órgãos e membros se formando a partir das células múltiplas.
Hoje a vida já encontrou respaldo nas coisas desse mundo.
Cama, lençol, travesseiro, luminárias, fraldas, conforto e segurança.
Eu já toquei a primeira canção para ela dedilhando no violão, numa chamada de vídeo.
Peguei emprestada a letra e comecei:
Maria, Maria é um dom, uma certa magia.
Uma outra melodia para depois encaixar um tanto de letra.
Dó maior sem dó nenhuma, já que é só agradecer e agradecer.
Maria é linda, como a mãe e o pai.
Aquele tipo de lindeza que transcende o corpóreo e é iluminado pelo iniciar de Tudo.
Lá atrás, antes de tudo e capaz de encontrar o futuro que transparece no agora.
Hoje é dia de Maria, além das horas de todo dia.
Muitas pessoas ficam preocupadíssimas pensando e pensando em como colocar uma criança neste mundão.
Ela veio, Alice e Aurora estão e nós vamos enfrentando os medos, remando mar a dentro, dando a cara não necessariamente a bater, mas metendo as caras para que o mundo conheça a força que temos e elas têm.
A intenção é colocar o mundo à prova e não o contrário.
A Natureza é sábia e sem mim ela faz o que tem que fazer.
Ela saca de voleio e eu tento rebater de bate pronto.
Oito Infinito
Um Viva à menina.
Outro Viva às meninas.
É delas o lugar de fala
Comentários
Postar um comentário