De novo, o novo
Eu estava até minutos atrás caminhando pela calçada e logo à minha frente um moço segurava carinhosamente um cãozinho.
Ele trajava o uniforme do petshop.
Nas costas o nome estava impresso:
Cão de ló.
Ele, sério e compenetrado seguia o seu caminho enquanto eu apertava o passo.
Ao passar do seu lado eu falei:
Adorei o nome Cão de ló.
O mais importante de tudo isso é que ele sorriu largado.
Adoro não deixar para trás esses momentos que desarmam as pessoas das suas angústias, ou mesmo de pensamentos alegres.
O importante é movimentar os tais músculos da face.
Acho graça e entendo quando algumas pessoas acham, ou pensam que esse meu desejo é um desejo de chamar à atenção.
Explico melhor:
Eu me exponho para que as pessoas que foram alvo da minha abordagem possam ver e interagir com a minha carência.
Rio porque a minha carência é de cartão de crédito com crédito infinito para que eu pudesse entrar numa loja de materiais artísticos e comprasse todo o estoque.
Comprei duas telas painel no mercado livre e elas chegaram ontem.
Fico pensando se o moço cuidador já ouviu falar na massa pão de ló.
Fico pensando também em quem foi o tal Ló que desenvolveu tal massa.
Essa dúvida sanarei bem rápido dando um prompt exato no Google:
Quem foi o Ló do pão de Ló?
Claro que dei um toque na bolinha aqui embaixo, minimizei esta tela e fui ao Gemini.
Três hipóteses e a mais aceita é a do confeiteiro alemão Lot, ter criado a receita.
Mas adorei a do Ló da bíblia, que foi o único em Sodoma a receber bem os anjos oferecendo-lhes pão e ainda a do tecido finíssimo português chamado Ló, que reverenciaria a delicadeza do bolo suave e delicado.
Todas as maravilhas do pão de Ló.
Nesta mesma trilha segue meu filho que me informou que a canção do Chico Buarque, O que será? Tem três letras diferentes.
A flor da Terra, à flor da pele e à flor da confusão, todas relativas ao filme Dona Flor e seus dois maridos, cantadas pela Simone.
Ele achou estranho ouvir a versão do Chico em seu disco e ouvir a letra diferente no disco do Milton.
Aqui novamente nos alimentou de sabedoria a inteligência artificial, que só existe e permanece em aprendizado através da gente, os humanos.
Eu adoro ficar alimentando a minha memória e sei através das pesquisas científicas que a juventude tem que exercitar mais o raciocínio e a memorização, afinal os índices vêm caindo e ainda acreditamos que todo o processo seja necessário.
Um dia memorizei:
A gente pode tudo desde que haja equilíbrio.
Quando chegar em casa vou procurá-lo dentro das gavetas
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