Sabermos
Volto à quarta e última temporada de Manifesto.
A série é um manifesto do criador nos questionando sobre a consciência divina.
Essa última temporada fica chata, com um andamento que beira o repetitivo, porque não sabemos nem de longe qual é a força que nos trouxe aqui para pensarmos sobre o que viemos fazer nesse mundão.
Veja que essa frase anterior já está cheia de conceitos fluidos, que quase sempre não conseguimos decifrar.
Qual é a graça de assistirmos a mais esse desafio?
No meu entendimento são exatamente os vários jeitos e maneiras que os roteiristas encontram para nos contar a história dos Mistérios.
De propósito dei um Google perguntando como a série termina.
Fiz assim justamente porque a resposta eu já intuía desde Lost.
Portanto, novamente enfatizo que o mais interessante, é ou são, as maneiras como quem escreve, entrelaça os acontecimentos.
Julgo que essa última temporada não precisava ter vinte episódios.
Interessante o fato de não termos efetivamente em Manifest, uma máquina do tempo.
A viagem, ou as viagens com certeza foram feitas.
A questão maior é o Divino e os julgamentos, numa época na qual eu ouço quase todo mundo dizendo:
Você não vai me julgar, não é?
Claro que o julgamento em questão, o da série, é o julgamento sobre as nossas ações relativas ao bem e ao mal, que várias pessoas julgam ser relativo.
Eu penso que na minha imperfeição, o que importa muito, é que as minhas ações malévolas não sejam as que prejudicam, que alienam e que atrapalham demais a vida dos outros.
Muitos dizem que o mal atiça muito mais a curiosidade da massa.
E deve ser mesmo, já que temos os vários programas de televisão que enfatizam e banalizam o Mal.
Dessa forma nem falarei sobre nossas boas ações.
Não sei se você está percebendo, mas a questão é bem simples.
A enorme dúvida sobre tudo isso, ou seja, de onde viemos, o que viemos fazer e para onde iremos.
Esse é o Único mote de todas as séries sobre viagens temporais.
Você assistiu o filme O Efeito Borboleta.
E assistimos e lemos inúmeros relatos ficcionais sobre o tema.
Eu também gosto muito de luzinhas.
A graça Talvez esteja até na graça.
É gratificante estar vivendo essas experiências sensoriais, emocionais e espirituais, desde que a nossa carne venha junto
Comentários
Postar um comentário