Cercado

Fui alertado pelo meu amigo professor sobre a nova gripe.
Ele pediu que eu usasse máscara nos lugares fechados e já estou usando no metrô e no ônibus.
Ele fez este alerta porque ficou bem mal, infectado pelo vírus.
Junto com ele, várias outras pessoas se infectaram e ele acompanhou todos os processos no hospital.
Já a Doutora fantástica que dá dicas de saúde na Rede, disse que os cuidados protetores iniciais são: limpar muito bem as narinas e tomar muita água.
No meu caso eu faço isso diariamente há muito tempo.
Tem sido muito útil.
Acabo de receber uma observação da querida, mirando no texto que eu comentei sobre a objetividade e a coincidência.
Ela disse que eu poderia Desejar Mais Dinheiro e desta forma, na tese do professor de Matemática, eu atrairia pela observação, Muito, mas Muito Mais dinheiro.
Para você que não lembra, o querido professor de matemática não acredita em coincidências.
Ele acredita que a gente presta mais atenção à determinada coisa que a gente acha coincidente.
Por exemplo, eu acabo de comprar uma calça jeans toda Rasgada e acho coincidência começar a ver uma quantidade imensa de pessoas com a mesma calça, em vários lugares por onde passo.
Ele tem certeza que isso acontece, porque eu presto mais atenção às calças das pessoas.
Na vida real, porque nas redes, é só eu pensar em algo que desejo, ou mesmo que comprei por essa via e logo vem uma enxurrada de coisas relativas que eu nem precisaria consumir.
Coincidência?
Algoritmo.
Rio porque rico ri à toa.
Tenho facilidade em repetir o que eu como diariamente e não enjoar da comida.
Isso me proporciona satisfação na maioria das vezes e me deixa mais suscetível à dieta de açúcar,  por exemplo.
Deve ser outra característica taurínica, ou pode ser vinda do gene de algum ancestral.
Falando em ancestralidade e mistérios, eu adoro lembrar da Memória atávica.
Um membro da família tem a mania de colocar os dois punhos na cintura, dar uma levantadinha na calça e continuar andando.
Antigamente o nome disso era Tique nervoso e agora é TOC.
Enfim.
Acontece com o pai de um amigo, ambos maravilhosos.
O meu amigo um dia me confidenciou que o bisavô do pai fazia o mesmo gesto e ele não havia conhecido, nem visto o bisavô.
Memória atávica.
Essa aleatoriedade faz parte de um engajamento emocional e político, no sentido literal do termo, que afirma que toda ação humana é política.
Um dia o Ali Babá disse à porta trancada de uma caverna:
Abra-te Sésamo!
E a porta se abriu.
E a compreensão desse texto?
Há uma porta mágica?
Não há nada mais objetivo que o autor usar a relação do Sésamo, uma planta de gergelim, cuja vagem se abre naturalmente, para que o Ali Babá a pronunciasse poeticamente.
A Objetividade do aleatório.
Muita coisa vale a pena, ou seja, várias coisas valem ser escritas pelas penas de ganso entintadas.
Poetizar as ações vale muito a pena, ou no meu caso atual, vale as pontas dos dedões das minhas mãos.
Houve um tempo que eu utilizei a cola de farinha e o miolo de pão.
Esse, para apagar os erros riscados a lápis número dois.
Hoje os erros são os mesmos e muitas vezes há até falta de pão.
Não sei se meu corpo viraria sol e nem sei se só chove.
Diria o Xicó:
Só sei que foi assim

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