Épico e descobridor
Coriza.
Hoje faz uma semana que a minha congestão nasal começou.
Muito tempo sem ter nenhuma constipação.
O efeito de acumular a secreção acontece mais quando estou deitado, dormindo.
Levanto e assoo fortemente o nariz.
A expectoração é importante e mesno quando não estou com as vias aéreas superiores comprometidas eu me esforço para assoar bem o nariz no banho quente.
Expectorante.
Você reparou em quantas palavras estranhas e sensacionais eu usei neste início de texto?
Outro dia um aluno não lembrou que o outro nome da soma é adição.
Acabei de filmar a escavadeira destruindo as casinhas da outra esquina oposta àquela que já está terraplanada.
Fiquei imaginando a força hidrodinâmica da máquina para destruir todas as paredes, portas e janelas das casinhas e assossiei com a força aérea da expulsão da secreção nasal.
Esse contratempo do meu nariz já está bem mais suave e reexplico que quando estou ativo, em pé, parece que estou toralmente limpo aerodinamicamente falando.
Assim eu me vejo pedalando e refletindo sobre quais mudanças preciso fazer nos meus comportamentos.
Quase sempre estou bem feliz com eles, porém o mais necessário é conter as minhas italianices, quais sejam, momentos de nervosismo quando sou contrariado.
Esse lado é bem feio e tenho conseguido cumprir o meu rigor de transmutar esses momentos.
Nada a ver com italianice, mas lembrei daquela parábola de Jesus sobre o pai e seus dois filhos.
O pai pedia que os dois fizessem tal coisa.
Um dizia que ia fazer e nada fazia e o outro dizia que não ia fazer e fazia tudo.
Adoro dizer Não num primeiro momento para a Sandrynha e no momento seguinte fazer tudo.
Acho graça porque o não inicial aprendi com ela, embora ela diga que eu tenha aprendido com a dona Anna.
Não filha, blá, blá. blá...
Ela imitando a dona Anna é sensacional.
Um dia ela propôa a dona Anna que mudasse para um apartamento logo atrás da Catedral de Sorocaba.
Argumentou que ela ficaria bem pertinho da igreja e ficaria bem mais fácil ela frequentar as missas.
Dona Anna:
Não filha, minha amiga Tal, fez essa mudança e morreu um mês depois.
Rio porque se a dona Anna não tivesse existido, Deus teria muita dificuldade em criar outra minimamente parecida.
Mudar é possível, é viável, necessita confiança, sabendo que confiança é Fiar Junto.
Requer vontade e mão no barro, remodelando formas e criando novos recursos para sermos melhores pessoas.
Pessoas somos nós os imperfeitos.
Somos feitos do barro simbólico da terra, da argila, onde de dentro para fora vamos nos modelando usando como referência nossas reflexões sobre o externo.
Por isso modelar é diferente de esculpir.
Na escultura retiramos material com ferramentas externas, tipo o cinzel e na modelagem o material é manipulado a partir da sua forma de origem, usando as nossas próprias mãos.
A vitamina D precisa do sol na pele para ser ativada no nosso corpo.
O sol é vida.
A vida nos cabe como argila própria e iluminada, modelável e animada
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