Produções incríveis

Estava pensando sobre o ócio criativo.
Ócio muito produtivo.
Sempre ouvi e ainda ouço uma frase que me toca imenso.
Não é:
A cabeça vazia é território do diabo.
Não.
É sobre nós queremos a independência neste mundo e para tanto, devemos trabalhar para ganhar algum dinheiro.
Dinheiro de subsistência.
Desta forma sou fã do Ensino Profissonalizante, não dá farsa do empreendedorismo.
No Ensino médio o jovem estudar dentro de um conteúdo que lhe dará condições de fazer um estágio e depois fazer um curso superior na área escolhida.
É escolha mesmo.
Tenho um amigo que é aluno da escola pública.
Em dois anos percebi sem dificuldade que ele era Humano Sensível.
Ao entrar na Escola Profissionalizante falaram pra ele que o curso de Química era o ideal para fazer mais tarde um vestibular.
Durou seis meses.
Encontrei-o sentado na mureta da antiga escola.
Sua mãe foi até a secretaria.
Ele, sentado na mureta, me pediu opinião sobre o que descrevi acima.
Ele estava triste.
Hoje está feliz sendo Humano, criando e produzindo com sabedoria e serenidade.
Até hoje se fala muito de profissões que fazem a gente ganhar muito dinheiro.
Falácia.
Nada compra a alegria.
Veja bem que permaneço firme na ideia de que temos que ganhar dinheiro para a subsistência.
Para ganharmos independência financeira.
A independência emocional sempre será mais difícil, ou impossível, já que nunca estamos sozinhos.
E isso é uma bênção, já que quem tem a ciência de alguma dependência dos outros, jamais seguirá a ideia de odiar as mulheres, por exemplo.
Um jornalista historiador ia falar sobre a Foz do Iguaçu e por um momento resolveu que ia falar sobre os seguidores da ideia do Red pill.
Disse ele que não poderia ficar calado.
Falou bastante, falou e falou e depois de quase terminar percebeu que não adianta aumentar a quantidade de fala individual.
A minha já foi dita acima.
Nâo há como a minha ideia ser misógina.
Ponto.
Assim como não há como eu odiar a Cência e a Arte.
É muito simples e não há desenho que explique.
Não.
É a palavra que me impede de facilitar a produção imunda, abominável, sem noção, fétida de pessoas que andam por aí em grupos para criminalizar a pessoa estuprada.
Esse é um dos exemplos de produções que me paralisam incrédulo.
Desejo trabalhar até o fim, gostaria de me integrar ao pensamento do Jô:
Eu não tenho medo de morrer, mas sim de ficar improdutivo.
Sou abençoado pelas crianças fazerem festa com as minhas palhaçadas produtivas, que inspiram produções artísticas, as mais diversas.
A esperança crescente que me move na insistência de educar crianças e jovens para momentos mais humanos.
Sei que em casa outras coisas podem passar fazendo que eles se movimentem para um outro canto.
Falando em canto, que coisa bonita era o nosso canário Azul.
Depois de cantar tão bonito, mas enjaulado, foi surpreendido por um gato do vizinho que se esgueirou pela vidraça minúscula para destroçar seu canto.
Hoje os tempos são outros, mas ainda assim há cantos enjaulados e gatos perversos.
Os dois agindo por instinto selvagem configurando sua natureza. Ontem e hoje eles nos observam e pensam que a nossa natureza é mais cruel


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